| 1.1.1.
Chefe: De goles (vermelho), tendo no centro uma
representação esquemática
do globo terrestre, aludindo à geografia.
De cada lado do globo uma ampulheta com a areia
escoando, simbolizando o eterno correr do tempo,
elemento sempre ligado aos estudos históricos.
1.1.2.
Campo: De prata, apresentando como elemento principal
o perfil do Morro do imperador que, encimado pela
Estátua do Cristo, simboliza visualmente
a cidade de Juiz de Fora, coroando sua área
central. Na parte inferior do morro, que corresponderia
à área plana da cidade, vê-se
o rio Paraibuna, sinuoso, ondado de sable (negro),
em razão de sua denominação
(Para+iwa+una = "rio imprestável e
escuro"). Em cada margem do rio uma faixa
de ouro simboliza uma das primitivas estradas
da região, responsáveis remotas
pelo surgimento e pelo progresso da futura cidade.
À margem esquerda (parte inferior do desenho),
o Caminho Novo, e à direita (parte superior),
a Estrada do Paraibuna.
1.1.3.
Bordadura: De blau (azul), carregada de 34 estrelas
de prata, em homenagem aos 34 sócios fundadores,
que assinaram a lista de presenças da sessão
de fundação, realizada no dia 18
de março de 1956. (Livro de Presenças
n° 1, folha 1 e 1-v.)
1.2.
ORNAMENTAÇÃO EXTERNA
1.2.1.
Suportes: Duas penas de prata, simbolizando a
vocação e a tarefa básica
do historiador: escrever e divulgar o resultado
de suas pesquisas.
1.2.2.
Timbre: Um livro de ouro, letrado, circundado
por uma coroa de louros sinopla (verde), em alusão
ao outro grande símbolo dos que se dedicam
ao estudo e à pesquisa.
1.2.3.
Listel: De goles (vermelho), portando as seguintes
inscrições:
°
no centro: HISTORIA MAGISTRA VITAE (Cícero
– Do orador, II, 9)
° nas laterais: A data 18-03-1956, criação
do Instituto. |